A Autoresponsabilidade: o ponto de virada que muita gente evita — e mais precisa
Muita gente passa a vida inteira repetindo a mesma história: “Nada dá certo pra mim”, “Sempre me prejudicam”, “Eu não tenho sorte”. É o roteiro perfeito da vitimização, um lugar confortável, mas que aprisiona. Paulo Vieira, um dos principais nomes do coaching no Brasil, bate firme numa tecla que muda destinos: autoresponsabilidade.
E o que isso significa, na prática?
É simples — mas não é fácil.
Autoresponsabilidade é assumir que tudo o que acontece na sua vida, de alguma forma, envolve suas escolhas, suas ações, suas omissões, seus limites e seus excessos. Não é sobre culpa. É sobre poder.
Quando você se coloca como vítima, você entrega a chave da sua vida para o mundo.
Quando você assume responsabilidade, você pega essa chave de volta.
O ponto central é entender que ninguém virá salvar você. Ninguém vai resolver seus problemas, arrumar sua vida, tirar seus medos ou construir seus sonhos. Isso é tarefa pessoal, intransferível. E dói admitir isso porque é muito mais fácil culpar o passado, a criação, o governo, o chefe, a economia, o destino. Mas nada muda enquanto você não muda.
Aplicar a autoresponsabilidade no dia a dia é começar pequeno:
• Parar de inventar desculpas.
• Parar de terceirizar suas falhas.
• Parar de justificar aquilo que você sabe que poderia ter feito diferente.
• E começar a agir — mesmo com medo, mesmo sem todas as respostas.
É entender que se você quer saúde, precisa se movimentar.
Se quer paz financeira, precisa organizar a vida. Econmizar. Investir…
Se quer relações melhores, precisa comunicar melhor.
Se quer evolução, precisa estudar, praticar, repetir.
A vida é um reflexo direto daquilo que você faz — e daquilo que você não faz.
A verdade é dura, mas liberta: você é responsável pela sua própria história. Pelas escolhas que aceita, pelas oportunidades que deixa passar e também por aquilo que tolera. No dia em que você parar de apontar o dedo para o mundo e começar a olhar para dentro, tudo muda: sua postura, sua força, sua capacidade de reagir.
Autoresponsabilidade não é um peso. É um privilégio.
É perceber que você não controla o que acontece, mas controla como responde.
É escolher ser protagonista e abandonar o papel de vítima.
E a pergunta que fica é:
Você quer continuar vivendo a história que está vivendo… ou chegou a hora de escrever a que você sempre quis?
A resposta — e o poder — sempre estiveram na sua mão.
Só falta decidir usar.
Equipe editorial do site Tropical Notícias, formada por jornalistas e redatores especializados em cobrir os principais acontecimentos da região.














