Por que levou dias para brasileira Juliana Marins ser resgatada de vulcão na Indonésia
Internautas brasileiros encheram as contas do Instagram da Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarnas) e do presidente do país, Prabowo Subianto, de comentários criticando o resgate fracassado de Juliana Marins — a brasileira que morreu após cair enquanto percorria uma trilha em um vulcão no fim de semana.
O corpo da jovem chegou ao Hospital Bali Mandara, em Bali, por volta das 11h35 (horário de Brasília) desta quinta-feira (26/6) para autópsia. Foi levado do Hospital Bhayangkara, na província onde o vulcão está localizado, de ambulância, já que não há peritos na província.
O médico legista do Hospital Bali Mandara informou que a autópsia será realizada ainda nesta quinta, segundo a BBC News Indonésia.
Enquanto a família aguarda a autópsia, que vai determinar o dia e a causa da morte, autoridades no Brasil se comprometeram a arcar com os custos do traslado do corpo de Juliana. “Hoje mais cedo conversei com Mariana, irmã de Juliana Marins, e assumimos o compromisso da Prefeitura com o traslado de Juliana da Indonésia para a nossa cidade, onde será velada e sepultada”, escreveu o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), em suas redes sociais, na noite de quarta-feira (25/6).
Já o presidente Lula publicou na quinta-feira que determinou ao Ministério das Relações Exteriores “que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil.”
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